Para vender e-books, a Editora precisa do Kindle?
Entenda como baratear taxas e royalties elevados dos grandes Marketplaces
Para vender e-books, a editora precisa do Kindle?
Durante muito tempo, vender e-books significava, quase automaticamente, disponibilizar o catálogo em grandes plataformas digitais. Amazon, Kindle, Skeelo e outros serviços contribuíram para a popularização dos livros digitais e oferecem acesso a um público amplo. Mas, para as editoras, esse modelo também pode significar taxas e royalties elevados, menor autonomia comercial e dependência do ecossistema de terceiros.
Hoje, existe outra possibilidade: a editora pode vender seus e-books diretamente pelo próprio site, mantendo sua operação, sua marca e seus clientes.
Com o Folhear, a editora pode vender o livro digital diretamente em seu próprio site. O cliente realiza a compra normalmente e recebe acesso ao conteúdo no Lumo Reader, um ambiente desenvolvido para a leitura segura do e-book.
Qual é o melhor Marketplace para uma Editora vender e-books?
O melhor canal para a editora vender e-books é o seu próprio site.
Nele, a editora é quem controla a venda, o relacionamento com o leitor e o crescimento da marca no longo prazo.
As editoras não precisam mais depender dos grandes marketplaces como Amazon, Kindle, Skeelo e outros.
Com o Folhear, a editora transforma seu próprio site em um canal de venda de e-books: o leitor compra diretamente da editora e acessa o conteúdo com segurança pelo Lumo Reader.
Para vender e-books, a editora precisa estar na Amazon, Kindle, Skeelo ou em outras plataformas?
Não.
Uma editora não precisa necessariamente depender de grandes plataformas para comercializar seus livros digitais.
Com o Folhear, a editora transforma seu próprio site em um canal de venda de e-books: o leitor compra diretamente da editora e acessa o conteúdo com segurança pelo Lumo Reader.
Isso muda um ponto fundamental da operação: a venda continua sendo da editora.
O leitor permanece em seu site, compra da sua marca e continua fazendo parte da sua base de clientes.
O problema de depender exclusivamente das grandes plataformas
Estar presente em um grande marketplace pode trazer visibilidade. O problema surge quando a editora passa a depender desse ambiente para conseguir comercializar seus próprios livros digitais.
Nesse modelo, quem define boa parte das regras é a plataforma.
A editora pode ficar sujeita às políticas comerciais, às condições de distribuição, aos critérios de precificação e às taxas estabelecidas por terceiros.
Além disso, existe uma questão ainda mais estratégica: o relacionamento com o consumidor deixa de acontecer integralmente dentro do ambiente da editora.
Na prática, a editora produz o livro, constrói o catálogo e investe na divulgação, mas direciona seu público para comprar dentro do ecossistema de outra empresa.
Quanto as grandes plataformas ficam de cada e-book vendido?
Esse é um dos pontos que mais merecem atenção ao escolher como distribuir livros digitais.
Dependendo da plataforma e das condições aplicáveis à venda, comissões, royalties e outras regras podem representar de 40 a 70% do valor da venda.
Por isso, olhar apenas para o preço final do livro não é suficiente.
A editora precisa perguntar: Quanto dessa venda realmente permanece comigo?
Na proposta do Folhear, a lógica é diferente. A plataforma trabalha com comissão fixa de 10% sobre as vendas, além do plano contratado.
Isso significa que a editora pode desenvolver seu próprio canal de e-books sem entregar uma parcela tão significativa de cada venda a um marketplace.
O cliente é da plataforma ou da sua editora?
Talvez essa seja uma questão ainda mais importante do que a taxa cobrada.
Quando um leitor entra em uma grande plataforma para comprar determinado título, ele também passa a navegar pelo catálogo e pelo ecossistema daquela empresa.
Ali estão livros de inúmeras outras editoras, recomendações, ofertas e produtos concorrentes.
A editora deixa de ser o centro da experiência de compra.
Na venda direta, acontece o contrário. O leitor entra no site da própria editora.
Ele pode chegar procurando um título e descobrir outro. Pode conhecer um lançamento, comprar um livro físico, aproveitar uma promoção ou continuar navegando pelo catálogo.
Todo esse tráfego passa a contribuir para o crescimento do próprio canal da editora.
Vender no próprio site ajuda a editora a construir sua marca
Existe uma diferença importante entre vender um livro e construir um canal de vendas.
Quando a editora depende exclusivamente de terceiros, cada nova venda ajuda a movimentar também o ecossistema da plataforma intermediária.
Ao fortalecer seu próprio e-commerce, a editora começa a construir um ativo próprio.
A cada novo leitor, existe uma oportunidade de:
fortalecer o reconhecimento da marca;
apresentar outros títulos do catálogo;
desenvolver novas campanhas;
trabalhar lançamentos e promoções;
integrar livros físicos e digitais;
estimular novas compras;
construir uma audiência própria.
Em outras palavras, a editora não vende apenas um e-book: ela fortalece seu próprio negócio digital.
Mais autonomia para definir preços e estratégias
Outro ponto importante é a liberdade comercial.
Em plataformas de terceiros, a editora precisa operar dentro das políticas e regras estabelecidas por aquele ecossistema.
Quando vende diretamente, existe maior liberdade para desenvolver estratégias adequadas ao próprio negócio.
A editora pode trabalhar com preços, campanhas, descontos, lançamentos e ações comerciais de acordo com seus objetivos.
Isso também permite pensar no livro digital como parte de uma estratégia mais ampla.
Um mesmo título pode ter edição física e digital. A editora pode criar campanhas para diferentes formatos, estimular a migração entre produtos e desenvolver ofertas para sua própria base.
O e-book deixa de ser um produto isolado em uma plataforma externa e passa a integrar a estratégia comercial da editora.
Como vender e-books diretamente pelo site da editora?
Com o Folhear, não é necessário substituir o e-commerce que a editora já utiliza.
A plataforma é integrada à operação existente.
O funcionamento é simples:
1. O Folhear é integrado ao site da editora.
2. A editora cadastra seus e-books e os vincula aos produtos vendidos em sua loja.
3. O leitor compra normalmente no site da editora.
4. Após a compra, o acesso ao livro é disponibilizado automaticamente no Lumo Reader.
Dessa forma, a tecnologia de entrega e leitura fica por conta do Folhear e do Lumo, enquanto a editora continua no controle da venda e do relacionamento comercial.
E a segurança dos arquivos?
Vender diretamente não significa disponibilizar um PDF aberto para download.
O Lumo Reader foi desenvolvido justamente para criar um ambiente protegido para os livros digitais.
Os arquivos permanecem dentro da plataforma, que conta com mecanismos de proteção contra impressões, prints, cópia e tentativas de quebra, além da aplicação de marcas d'água.
A editora pode trabalhar tanto com PDF quanto com ePUB, reduzindo também a necessidade de adaptar todo o catálogo a um único formato.
Assim, é possível unir duas necessidades que muitas vezes pareciam incompatíveis:
mais autonomia comercial para a editora e mais proteção para o conteúdo.
Sua editora não precisa entregar o crescimento do seu catálogo a terceiros
O mercado de livros digitais não precisa ser sinônimo de dependência das grandes plataformas.
Se sua editora já possui site, catálogo, marca e leitores, ela já construiu ativos importantes para vender diretamente.
O Folhear entra justamente na parte que faltava: a tecnologia para integrar a venda ao acesso seguro do e-book.
Em vez de levar seu cliente para outro ecossistema, sua editora pode trazer o livro digital para dentro da própria estratégia comercial.
Sua editora vende. O Folhear integra. O Lumo entrega a experiência de leitura.
Conheça o Folhear e descubra como vender e-books diretamente pelo site da sua editora.