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Cadastrar seu catálogo
Suba centenas de livros de uma vez com uma planilha e a pasta de arquivos. O que cada coluna significa e o que fazer quando o arquivo não bate com a linha.
A importação em massa existe para o dia em que você chega com um catálogo inteiro para migrar. Em vez de cadastrar título a título, você sobe uma planilha com as fichas e a pasta com os arquivos — o Folhear casa um com o outro e cria tudo de uma vez.
Escolha por onde começar
Há duas portas de entrada. Se você já tem uma planilha do catálogo, comece por ela. Se tem só a pasta de arquivos, o Folhear consegue montar as fichas a partir dos nomes dos arquivos, no padrão
Autor - Título.pdf.Sem planilha também funciona. O que vem do nome do arquivo é um rascunho: título e autor. Você revisa tudo na tela de conferência antes de qualquer coisa ser criada.
Confira o encaixe das colunas
O Folhear reconhece sozinho os cabeçalhos mais comuns —
titulo,autor,isbn,genero,idioma,sinopse,paginas— e aceita variações em inglês. Colunas que ele não reconhecer aparecem para você apontar manualmente. Só título e autor são obrigatórios.Suba os arquivos dos livros
PDF e EPUB. O casamento entre linha e arquivo é feito pelo nome: se a planilha tem a coluna
arquivo, ela manda; senão, o Folhear compara com o título. As linhas sem arquivo correspondente ficam sinalizadas — você resolve antes de confirmar.Revise e confirme
A tela de conferência mostra cada linha com o que será criado, o que já existe no catálogo (para não duplicar) e o que tem pendência. Nada é gravado até você confirmar.
Quem assina o livro
Um livro pode ter vários contribuintes, e cada um com a função dele: autor, organizador, coordenador, editor ou tradutor. O primeiro da lista é o principal, e é o que aparece em primeiro lugar para o leitor.
Livro sem autor é válido. Obra coletiva, vade-mécum, coletânea organizada — nem todo título tem autoria no sentido usual. O campo é opcional, e a ficha pode ser salva só com um organizador, ou sem ninguém.
Limites do seu plano
A importação respeita o teto de livros e o espaço de armazenamento do plano. Se o lote passar do limite, o Folhear avisa antes de começar, dizendo quantos cabem — você reduz o lote ou muda de plano, sem importação pela metade.
O tamanho de cada arquivo
O teto da plataforma é de 80 MB por livro, e alguns planos — os de autor independente — têm um teto menor que esse. O número que vale para a sua conta aparece no próprio formulário de cadastro, e é por ele que a tela recusa: você vê o tamanho do seu arquivo e o seu limite antes de enviar, sem esperar um upload longo para descobrir no fim.
PDF gigante quase sempre é digitalização sem compressão. Um arquivo de centenas de megabytes costuma cair para algumas dezenas sem perda visível ao ser comprimido — e isso não é só sobre o envio: é o mesmo arquivo que o seu leitor baixa toda vez que abre o livro, e que ocupa o celular dele quando lê sem internet.
Trocar o arquivo depois de publicado
Na edição do livro você substitui o PDF ou o EPUB a qualquer momento — uma correção de errata, uma edição nova. O arquivo anterior não é apagado: cada troca vira uma versão no histórico (v1, v2, v3…), com data, tamanho e o formato.
Ao trocar, você classifica a mudança e pode dar um nome a ela (“2ª edição revista”) e escrever o que mudou. É a única informação que só você tem naquele momento:
| Tipo | Quando usar | Efeito prático |
|---|---|---|
| Correção | Erro de digitação, capa trocada, ajuste de diagramação | A paginação continua a mesma, então os grifos dos leitores seguem no lugar certo |
| Nova edição | Texto revisto, capítulos acrescentados, outra diagramação | A paginação muda, e marcações feitas na versão anterior podem cair em outro ponto |
A classificação é um registro, não um botão. Ela não muda o que o sistema faz — serve para você (e, mais adiante, o leitor) saberem por que o arquivo mudou. Quem determina o efeito nos grifos é a diagramação do arquivo novo, não o rótulo que você escolheu.
Quem já comprou recebe a versão nova na hora. É o comportamento certo — a pessoa pagou pelo livro, não por um arquivo congelado. A próxima vez que ela abrir, já é o arquivo novo.
Livro com senha
Alguns títulos não são para circular livremente mesmo entre quem tem acesso — material de loja, apostila de turma, edição restrita. Na edição do livro você define uma senha de leitura: quem tiver a licença ainda precisa digitá-la uma vez para abrir.
A senha é sua, e o Folhear não a distribui: você a repassa pelo canal que já usa com o seu público. Ela fica visível para você na própria tela (em “Mostrar”), então não é preciso anotá-la em outro lugar.
Trocar a senha corta quem já tinha entrado. Antes de confirmar, a tela diz quantos leitores vão precisar digitar de novo — porque quem avisa essas pessoas é você. Tirar a senha libera todo mundo na hora; pôr de novo depois exige distribuir um código novo, porque o antigo nunca volta a valer.
Capa e descrição não vêm na importação. É deliberado: repetir o mesmo texto em duzentos livros enganaria o leitor. Os títulos entram marcados como incompletos e você termina depois — o próximo guia mostra como achá-los.