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Carteira, repasse e faturas
Como o saldo pré-pago é debitado a cada venda, o que acontece quando ele acaba e onde ver a fatura do ciclo.
O Folhear cobra de duas formas, e elas não se misturam: a assinatura do plano, mensal e previsível, e a carteira pré-paga, que cobre o que varia com o uso.
Como a carteira funciona
Você deposita saldo por PIX e ele é debitado a cada venda integrada: um percentual sobre o valor da venda, definido no seu plano. Todo débito aparece no extrato com data, origem e o pedido que o gerou.
A taxa mínima por venda
Quando o percentual do plano dá menos que R$ 5,00, é esse o valor cobrado. Ela existe porque o nosso custo por venda não é percentual: carimbar o arquivo com os dados do leitor, servir o conteúdo, guardar a auditoria e emitir a nota custam o mesmo num e-book de R$ 15 e num de R$ 150.
Na prática ela vale para vendas abaixo de R$ 50,00 — acima disso os 10% já passam do mínimo e o percentual é o que vale. O extrato sempre diz qual dos dois foi aplicado, então a linha nunca é uma conta que você precisa refazer.
Duas vendas não geram débito nenhum. Venda anterior ao início do contrato (a migração do seu histórico) e venda sem valor informado entram como zero e não custam nada — nem o percentual, nem a taxa mínima.
Quando a venda sai muito abaixo do preço do livro
Cada livro tem uma referência de preço, e a venda que sair abaixo de metade dela tem o repasse calculado sobre esse piso, não sobre o valor informado. Promoção de verdade continua passando pelo valor real — a folga é larga de propósito.
A referência é a maior entre duas: o preço de capa que você cadastra na ficha do livro e o maior valor já vendido por ele numa venda vinda de conector. Um livro que nunca teve nenhum dos dois não tem piso.
Quando o piso entra, a tela e o extrato dizem. No extrato a linha vem por extenso (“declarado R$ 40,00, base mínima R$ 75,00”), e ao registrar uma venda o valor da taxa aparece com o motivo antes de você confirmar. Nunca é uma conta que você precisa refazer.
Cupom promocional
Recebeu um código do Folhear? Ele se resgata aqui mesmo, no campo abaixo do saldo. Um cupom pode dar crédito na carteira, desconto na próxima mensalidade ou os dois — a confirmação diz exatamente o que entrou.
Crédito de carteira não abate a mensalidade. São coisas separadas, e é a confusão mais comum: o crédito cobre o repasse das vendas; a mensalidade vem na fatura. Um cupom de crédito deixa você vender mais sem recarregar, não barateia o plano.
Limites de recarga
Cada recarga vai de R$ 1,00 a R$ 50.000,00, em qualquer plano. O máximo é uma proteção de quem paga — um valor digitado errado não vira um PIX gigante.
Precisa de mais que o teto de uma vez? Faça mais de uma recarga, ou fale com o suporte para um crédito manual.
Quando o saldo acaba
Você é avisado por e-mail antes de chegar lá. As vendas nunca são bloqueadas: o leitor recebe o livro de qualquer forma, e o débito fica registrado para acerto. O saldo negativo é transferido para a fatura do ciclo.
A fatura do ciclo
Em Assinatura você vê a fatura de cada período com o detalhamento: o valor fixo do plano, os leitores que passaram do teto incluído e as licenças avulsas acima da cota. O histórico completo fica disponível ali — nada de pedir segunda via.
Como a mensalidade é paga
A fatura nasce pendente, para você pagar por PIX (o QR Code fica na própria tela de Assinatura) ou por cartão pelo link. Você recebe um e-mail no dia em que ela é emitida, com o valor e a data de vencimento.
Salvar um cartão em Assinatura é opcional e serve como garantia: ele não é cobrado quando a fatura é emitida — só se ela chegar ao vencimento sem pagamento, antes de o portal entrar em somente-leitura. Fatura paga em dia nunca passa pelo cartão.
Não pagar não corta o acesso dos seus leitores. Fatura vencida deixa o portal em somente-leitura depois de um prazo — você para de cadastrar e de conceder, e as vendas ficam represadas até regularizar. Quem já comprou continua lendo.